Adeus, Orkut: Google tira rede social do ar em 30 de setembro

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Pode começar a chorar, espernear e entrar em estado de negação: a Google vai tirar do ar em 30 de setembro deste ano o Orkut, a nostálgica rede social que já foi uma das mais populares do mundo e certamente conquistou o coração dos brasileiros no começo dos anos 2.000.

De acordo com uma apuração do jornal Folha de São Paulo e uma confirmação da própria Google, a criação de novos perfis será bloqueada ainda nesta segunda-feira (30). Já o desligamento completo deve ser concluído no dia citado acima, incluindo a mudança de endereço — isso porque o criador do site, Orkut Büyükkökten, não faz mais parte do Google desde o começo do ano e pretende utilizar o domínio.
Por quê?

Segundo um comunicado oficial da Google, a ideia é “concentrar energias e recursos” para tornar plataformas sociais da empresa que registraram maior crescimento “ainda mais incríveis para todos os usuários”, como o YouTube, o Blogger e o Google+.

Vale lembrar que, dez anos após a fundação, o Orkut já é bem menos popular que outras redes sociais no Brasil, mas ainda mantém uma base fiel e regular de usuários, além de comunidades com certo movimento e alto número de membros.
O fim de tudo?

Calma, você ainda não precisa entrar em pânico: você tem seis meses para salvar conteúdos de lá antes que tudo seja apagado. Aliás, nem tudo vai para o limbo da internet. O perfil e elementos como fotos e scraps serão transferidos para o Google+ com a ajuda do Google Takeout, que ficará disponível até 2016. As tão amadas comunidades permanecerão online em forma de arquivo. Se quiser, você pode remover sua conta do Orkut e excluir o nome dessas postagens normalmente.

Quem tem algum processo envolvendo conteúdo postado no Orkut tabém pode ficar tranquilo, já que esses dados serão preservados também até o final do ano. Se você não quiser arriscar, é possível fazer um backup completo do perfil.
Fontes

Fontes:  Folha de São Paulo/TecMundo

Aprenda a usar o CCleaner para Android e melhore o desempenho do aparelho

capa 1Os usuários de dispositivos Android que desejam melhor o desempenho de seus aparelhos têm como opção a versão mobile do aplicativo CCleaner. A ferramenta possui funcionalidades semelhantes de sua versão para desktops e pode ajudar os usuários a apagar arquivos desnecessários armazenados no dispositivo. Para conhecer as funções do CCleaner, siga nossas dicas.

Apagando arquivos desnecessários

Na página principal do CCleaner, o usuário pode buscar e deletar arquivos desnecessários para ganhar mais espaço no armazenamento disponível no aparelho. Clique na opção “Analize” e aguarde até que o aplicativo carregue a lista de arquivos. Em seguida, marque os itens que deseja apagar e clique em “Clean”.

passo 1

Apagando aplicativos instalados

Passo 1. Clique sobre a barra de menu localizada no canto superior esquerdo, ao lado do ícone do CCleaner e escolha “App Manager”. Aguarde surgir a lista de aplicativos e clique sobre os que deseja desinstalar e clique em “Uninstall”;

passo 2

Passo 2. Confirme a desinstalação do aplicativo como mostrado nas imagens abaixo.

passo 3

Desinstalando aplicativos do sistema

Ainda na aba “App Manager”, podemos apagar aplicativos que vieram instalados de fábrica. O processo é muito simples. Clique sobre a opção “System Applications”, marque um aplicativo e clique em “Unistall”.

passo 4

Pronto! Aproveite as dicas e mantenha e gerencie seu dispositivo Android com o CCleaner.

 

 

Fonte: Techtudo

O seu smartphone realmente precisa de uma película protetora?

16102048069107Antigamente, lá na década de 1990, os celulares eram produtos quase indestrutíveis (quem teve um Nokia tijolão sabe bem do que estamos falando). Criados para resistir a todo tipo de situação, esses aparelhos garantiam satisfação ao consumidor. As funções eram limitadas e, consequentemente, não era necessária uma tela grande (um display capaz de exibir números e caracteres básicos era suficiente).

Com o passar dos anos, fomos apresentados aos smartphones, os quais revolucionaram a forma como conhecemos o telefone. Todavia, a chegada de visores grandes foi um problema nos primeiros dispositivos, principalmente para quem é um pouquinho descuidado. Quem nunca riscou a tela do celular tem habilidades realmente especiais.

Por conta dessa fragilidade, algumas empresas bolaram formas de garantir maior resistência às telas. O maior exemplo é a Corning, que oferece diversas variantes da tecnologia Gorilla Glass, a qual promete livrar o usuário dos riscos e oferecer uma proteção extra para casos de quedas. Algumas fabricantes de smartphones que adotam esse tipo de proteção chegam até a dizer que a tela é inquebrável, mas é claro que a história não é bem assim.

A verdade é que tecnologias desse tipo, às vezes, não protegem totalmente contra os riscos. A camada protetora que reveste o display serve apenas para arranhões superficiais, sendo que mesmo os usuários mais cuidadosos vão notar que as telas de seus gadgets acabarão tendo uma ou outra escoriação.

Devido a isso, e principalmente porque ninguém quer trocar de telefone (ainda mais que eles são bem caros) por conta de uma tela danificada, muitos consumidores preferem usar películas protetoras. Mas será que adianta alguma coisa? Afinal, quais são os benefícios? Existe alguma desvantagem em usar esses polímeros?
Adianta usar película?

ndo direto ao ponto, podemos dizer que as películas protetoras realmente oferecem uma resistência adicional ao seu celular, então adianta usá-las! Elas são perfeitamente capazes de evitar riscos à tela, afinal, qualquer dano que supostamente aconteceria diretamente no display acaba sendo direcionado à fina camada de plástico que foi aplicada sobre o visor.

É claro que mesmo a mais resistente das películas não será capaz de deter uma escoriação muito severa, então não adianta querer testar sua tela com uma faca de açougueiro, pois o plástico será rasgado facilmente e você danificará seu aparelho.

A vantagem da película geralmente é poder se despreocupar no cotidiano. Você pode colocar o smartphone no mesmo bolso em que você carrega as chaves sem ter que ficar pensando em possíveis arranhões na tela. É claro, o plástico ficará danificado em algum momento, mas bastará adquirir um novo produto para ter sua tela “limpa” novamente.

Uma grande vantagem da película é a ausência de marcas de impressão digital. Se você se incomoda com esse tipo de coisa, com certeza a maioria das películas oferecerá alguma vantagem, pois elas evitam que a gordura dos dedos fique na tela. Nesses casos, a película funciona tão bem quanto as telas com revestimento “oleofóbico”.
Muda alguma coisa na usabilidade?

Por se tratar de uma camada extra de material, você pode presumir que a película protetora acaba prejudicando o uso do smartphone. De fato, há películas mais grossas que podem atrapalhar e até mesmo prejudicar muito a utilização (não sendo possível ativar algumas funções ou usar qualquer recurso).

Via de regra, uma película de qualidade intermediária que possibilite usar o touchscreen para comandos simples deve possibilitar a utilização de todas as funcionalidades, incluindo os gestos que exigem multitoque.

Algo que pode afetar na usabilidade é a aplicação incorreta. Normalmente, basta grudar o plástico sobre o visor e aproveitar seu celular normalmente. Se você não colar corretamente e deixar bolhas de ar em algum local, pode acontecer que uma ou outra região não funcionem apropriadamente – mas a simples recolocação da película resolve esse tipo de problema.

Uma questão — bem importante, diga-se de passagem — que deve ser levada em conta é o tipo da película que você vai usar. Existem produtos que apenas protegem e quase não alteram a qualidade da imagem (o que significa que quase todas as qualidades e os defeitos de sua tela permanecerão intactos).

Outros, entretanto, são mais foscos – às vezes até ásperos – e, portanto, afetam diretamente na sensação de toque e também na reprodução das cores. Em alguns casos, você precisa aumentar o nível de brilho do gadget para conseguir ter uma experiência confortável. Caso você esteja pensando em aderir a esse tipo de solução, então vale levar isso em conta.
Eu preciso de uma película protetora?

Se você adquiriu um smartphone recentemente (Nexus 4, Galaxy S3, Moto X, etc.), é bem provável que você não precisará de uma película no seu celular. As proteções – seja Gorilla Glass ou outra tecnologia – nos gadgets mais recentes são de alta qualidade e resistentes o suficiente para evitar riscos no dia a dia.

Mesmo que você costume carregar seu aparelho junto com moedas ou chaves, a tela provavelmente não sofrerá danos severos. Pode acontecer sim que um ou outro arranhão apareça eventualmente, mas um pouco de cuidado (vale evitar grandes quedas, sentar em cima do celular e usar a tela como martelo) já deve garantir que o display fique quase intacto por um ou dois anos.

Agora, se o seu celular é um pouco mais antigo, e, portanto, não tem algum tipo de proteção, ou se é um aparelho com display do tipo capacitivo (os quais geralmente têm telas mais sensíveis), então a película protetora pode ser de grande valia. Muitos dispositivos, inclusive, já trazem películas de fábrica e você não vai se arrepender de usar.

É importante ressaltar que o Gorilla Glass também não é perfeito e há uma série de situações em que ele pode falhar. Essa proteção não é muito eficiente contra pedras, areia, materiais muito afiados, diamantes e outros tantos. Se você costuma levar qualquer um desses itens no bolso (o que é bem difícil) ou se você vai muito à praia, então a película acaba sendo bem útil.

No fim, se você é estabanado e não quer comprar um smartphone novo tão logo, a película é uma boa ideia. É importante levar em consideração que esse acessório pode sim causar interferência no touchscreen e na qualidade (brilho e cores) de exibição. Entretanto, há vantagens também, principalmente para quem não quer a tela repleta de rastros das impressões digitais.

Caso você decida usar uma película, não é preciso optar pela marca mais cara do mercado (até porque muitas delas abusam de termos técnicos para enganar o consumidor), mas é válido averiguar a qualidade do produto escolhido.

 

Extraído do Tech Mundo

Game baseado na cidade de Três Rios está quase pronto

O game “Cidade Contra Zumbis” está sendo desenvolvido pela agência Rian Design e será disponibilizado gratuitamente para smartphones e tablets Android e iOS.

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Saiba mais:
www.cidadecontrazumbis.com

CLIQUE AQUI E ASSISTA a um teste feito pela Rian Design:
Continuar lendo Game baseado na cidade de Três Rios está quase pronto

Lançamento Clip e CD Gabriel Levan Rock é Lei

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Se você curte um Rock’nRoll de atitude e aposta na boa música, embarca nessa comigo e participe da produção do meu primeiro CD e videoclipe. Vamos movimentar o rock brasileiro!

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Algumas pessoas me conhecem desde meu tempo de roqueiro nas “garage bands” e Geléia do Rock, no Brasil. Mas a maioria passou a conhecer meu trabalho depois que o Lulu Santos virou a famosa cadeira no The Voice quando interpretei a música Come Together.

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Este minúsculo projetor pode ser o primeiro passo para que nossos smartphones exibam hologramas

chip_hologramaOs fabricantes estão investindo em telas com resoluções cada vez mais altas para diferenciar seus smartphones no mercado, mas no que apostar quando não nos impressionarmos mais com elas? Em hologramas, talvez: uma empresa da Califórnia está trabalhando em um projetor chamado Quantum Photonic Imager que poderá fazer nossos futuros celulares exibirem este tipo de imagem.

Apesar de ser impossível não lembrar dos filmes de ficção (especialmente Star Wars), tecnologias para hologramas já existem há algum tempo. A principal diferença aqui é que a Ostendo Technologies, empresa por trás do projeto, se focou em pequenas projeções, dispensando equipamentos volumosos e caros.

A companhia mostrou um protótipo ao The Wall Street Journal que ainda está bastante “cru”, mas já consegue demonstrar o que deve vir pela frente: o dispositivo, que mede apenas 0,5 cm e é composto por seis chips e uma diminuta placa de LED, foi capaz de exibir uma imagem verde cuja visualização se mostrou consistente (ou seja, não mudou de forma) em todos os ângulos testados.

O plano, no entanto, é ir bem mais longe. A Ostendo espera que a primeira geração de sua tecnologia seja capaz de projetar conteúdo de até 48 polegadas na diagonal. Um processador de imagens se encarregará de controlar cores, níveis de brilho, parâmetros de ângulos e outros aspectos relacionados.

A empresa explicou também que uma combinação de chips poderá ser usada para criar imagens ainda mais complexas e assegurou que as gerações seguintes poderão exibir imagens 3D com cerca de 5 mil ppi – a tecnologia em desenvolvimento atualmente projeta conteúdo bidimensional.

A Ostendo acredita que a tecnologia estará disponível em meados de 2015. E o melhor: cada unidade deverá custar por volta de US$ 30. São tantas vantagens que a proposta como um todo parece promessa de político, né?

Mas pode valer a pena apostar na ideia: a Ostendo afirma estar trabalhando na tecnologia há quase 10 anos e já ter recebido US$ 90 milhões de investidores como Peter Thiel (co-fundador do Paypal), além de ter fechado contratos de pesquisa com o governo norte-americano que somam US$ 38 milhões. Isso deve ser suficiente para atestar a sua seriedade.

Fonte: Tecnoblog

TV 8K é testada; imagem é 16 vezes melhor do que em telas em HD

A tecnologia de 8K vem já vem sendo desenvolvida no Japão. Um consórcio das principais emissoras, fabricantes e firmas de comunicação do país começou a testar transmissões em Ultra HD no país. A empresa de comunicação NHK conseguiu criar uma tela que supera esta resolução e exibe imagens com até 16 vezes mais definição do que as Full HD.

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8K pode virar realidade em breve (Foto: Reprodução/BGR)

A ideia é deter uma excelência de 4K nos próximos dois anos, tornando-o o padrão mais utilizado no país, para que, a partir de 2016, comece a ser realizada a implantação do 8K. O planejamento inicial é de que esta altíssima qualidade seja utilizada nas transmissões dos Jogos Olímpicos de 2020, que serão realizados na cidade de Tóquio.

A venda de televisões 4K no país, no entanto, ainda não é das maiores. Os preços altos afastam muitos compradores, apesar de as grandes empresas, como Sony e Sharp, estarem focadas na popularização do formato. Segundo Katsuaki Watanabe, ex-presidente da Toyota e um dos líderes deste consórcio por trás dos testes com o Ultra HD, o momento é este.

“Vários países estão acelerando os testes e o lançamento de novos serviços usando estas tecnologias. A indústria japonesa tem que fazer o que puder para sobreviver neste ambiente severo”, avaliou.

Resta saber se o procedimento será o bastante. Mais do que o início de mais transmissões, o que os consumidores esperam mesmo é a diminuição dos preços de TVs com o 4K. Seja no Japão ou em qualquer outro lugar do mundo.

Extraído de techtudo.com.br

Menor desktop do mundo com Windows tem suporte para duas telas

Voltado para mercados emergentes, o Liva PC,  da ECS, foi apresentado na Computex como o menor computador com Windows do planeta. O dispositivo pesa menos de 200g, custa menos de US$ 200 (cerca de R$ 452), tem uma configuração razoável, mas ao contrário de outros mini PCs do mercado que já vem pronto para ser usado, ele vem em um kit para ser montado em casa.

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O PC vem equipado com um processador Intel Bay Trail-M, 2GB de RAM e 32GB de armazenamento por cartão eMMC. O dispositivo conta ainda com entrada de rede Gigabit, USB 3.0 e 2.0, Bluetooth 4.0 e Wi-Fi 802.11n, além de duas saídas de vídeo VGA e HDMI.

Ao todo o mini PC pesa 190g e mede apenas 118 x 70 x 56 mm. Inicialmente, o Liva só tem suporte para Windows 8.1, mas posteriormente poderá rodar Ubuntu e Windows 7.

Com essa configuração, é evidente que não há como rodar jogos e softwares pesados, mas o Liva PC pode ser uma alternativa de baixo custo para quem quer ter um centro multimídia com Windows conectado à TV da sala.

Ainda não há previsão de quando o dispositivo será comercializado ou se deverá vir para o Brasil.

Extraído de techtudo.com.br